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Como funciona a imunidade ao longo da vida?

Mulher ilustrando um organismo com boa imunidade

Imunidade, ouvimos tanto falar dela e sabemos de forma muito superficial que ela é responsável pela defesa do nosso organismo. Mas, sua complexidade vai muito além dessa compreensão. O sistema imunológico é uma verdadeira caixa de surpresas.

Abaixo separamos uma explicação mais detalhada de como essa fortaleza de células prontas para proteger nosso sistema funciona. Continue a leitura e fique por dentro de como a nossa imunidade funciona ao longo do tempo. 

O que é imunidade?

Em linhas gerais, são anticorpos produzidos pelo nosso organismo, compostos de células diferentes – os chamados glóbulos brancos. Eles são responsáveis por defender nosso organismo de ameaças e aprender sobre elas para gerar uma resposta mais rápida.

Logo, imunidade é a capacidade do nosso organismo de reconhecer qualquer presença estranha e agir sobre ela. 

Essas substâncias são chamadas de antígenos e é o que gera a resposta de defesa. Todas essas células são produzidas e restauradas por um conjunto de mecanismos e estruturas, que são diferentes e possuem suas características principais. 

Leia também: Imunidade em alta: confira dicas eficientes para blindar a sua saúde

Sistema imunológico 

Também denominado sistema imune, é um conglomerado de estruturas que protegem nosso organismo de qualquer corpo estranho. Formado por células, tecidos e órgãos que atuam na primeira linha de defesa do corpo. Ela é fundamental no combate a infecções, sejam de qual classe for.

Como destaque de estruturas que compõem a imunidade, conhecemos mais os leucócitos, que são parte do sangue junto às hemácias. Além disso, também temos o timo, que produz os linfócitos T, que faz parte do grupo de leucócitos.

A imunidade é um sistema complexo e com grande diversidade, que vai evoluindo ao longo da vida. Isso se deve a sua divisão: inata e adaptativa, sendo a última podendo ser “treinada” através de alguns dispositivos artificiais. Abaixo explicamos melhor sobre elas:

Classificações do sistema imune

Nossa imunidade é dividida em duas classes principais de resposta, cuja sua diferenciação se dá, basicamente, pela capacidade de reagir rapidamente à invasão e à fase de vida que a pessoa está vivendo.

Além da classificação de inata e adaptativa, também temos o subgrupo de ativa e passiva, que se diferencia a partir de qual maneira os anticorpos são produzidos pelo organismo. Confira agora a explicação de cada uma:

Imunidade inata

A imunidade inata se refere a estruturas de defesa que já nascem com o indivíduo, protegendo desde os primeiros momentos o corpo. Sua resposta é rápida e se utiliza de barreiras específicas do corpo – como pele, membranas e secreções. 

O termo “inata” se deve ao fato de que o organismo não precisa ter tido contato anterior com o agente de infecção e não tem resposta pronta para aquele antígeno em específico. Aqui se destacam a presença de algumas células específicas, como:

  • neutrófilos;
  • macrófagos;
  • células dendríticas;
  • células natural killer. 

O principal mecanismo de ação dessas estruturas é neutralizar a ameaça com a fagocitose. Pode ser difícil lembrar dessa aula de biologia, mas, basicamente é o processo que uma célula “come” o corpo estranho e começa a degradar esse invasor, através de substâncias inflamatórias e uso de proteínas. 

Imunidade adaptativa

Já a adaptativa é aquela que vai sendo formada ao longo do tempo, conforme a criança vai crescendo e entrando em contato com novos corpos estranhos. Diferente da inata, a imunidade adaptativa tem o papel de se tornar um “especialista” nos corpos que entram, memorizando suas características e criando uma memória celular para o corpo.

Apesar desse superpoder, existe um preço: ela é mais lenta de ser formada e não está presente desde o nascimento. Sua resposta também difere bastante: enquanto a inata é a resposta rápida, a adaptativa só entra em ação quando a primeira não for suficiente para combater o antígeno.

Os linfócitos B são ativados, iniciando a produção de anticorpos com células de memória. Quando essas estruturas encontram esse invasor outras vezes, ele já tem um reconhecimento mais rápido e produz os anticorpos específicos para eliminar aquela ameaça.

Já os linfócitos T atuam através da imunidade celular. Essa reação é obtida por estruturas celulares especializadas em destruir células que já possam estar infectadas pelo corpo invasor. 

Imunidade ativa

Depois da classificação das duas estruturas principais do nosso sistema imunológico, temos esses subgrupos. A imunidade ativa se refere ao desenvolvimento dessas células de resposta à presença de determinados corpos estranhos.

Ela pode ser desenvolvida de forma natural, com o “amadurecimento” da imunidade adaptativa e exposição aos agressores. Como também pode ser incentivada artificialmente, através da introdução do antígeno no corpo com o uso de vacinas, que força o nosso organismo a reagir e criar anticorpos para eles.

Imunidade passiva

Já a passiva, ligada à inata, também pode ser obtida por meios naturais e artificiais. São anticorpos repassados ao corpo já “prontos”, ou seja, com a resposta para aqueles agentes. Essa transferência é feita, por exemplo, pela mãe ao bebê pela placenta ou leite.

Enquanto a artificial podemos citar soros que já tenham células preparadas para combater aqueles antígenos, usados em casos de infecção já avançada.

A imunidade se comporta de acordo com nossos hábitos

Alguns fatores fora do controle, como envelhecimento, aparecimento/agravamento de doenças crônicas e epidemias/pandemias, afetam a nossa imunidade naturalmente. Com os efeitos dos radicais livres, todas as células do corpo começam também a envelhecer.

Porém, a sua imunidade é afetada diretamente pelos seus hábitos de vida. Falta de alimentação balanceada, vícios, sedentarismo, problemas emocionais, estresse e baixa qualidade do sono são os piores inimigos do seu sistema imune.

Uma vez que todo esse cenário leva a um estado inflamatório prolongado, o que reduz a capacidade do organismo de recuperar suas células de defesa. É como se ele estivesse lutando a todo momento contra agressores.

Por isso, rever seus hábitos e apostar em uma vida mais saudável é essencial para que o seu sistema imunológico fique forte e possa continuar te protegendo.

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